ECOS E RESPINGOS DO CARNAVAL

Por mais que as autoridades façam campanhas para que os foliões, no desvario da folia e nos requebros de Momo, se portem como cidadãos e não como simples viral-atas que urinam por aí à solta, deve-se registrar o número pequeno de banheiros químicos para o do público que acorre aos desfiles e às apresentações dos blocos.
Por outro lado, a disposição desses banheiros não é bem planejada.
Hoje, por exemplo, na apresentação do Cordão do Boitatá, que se dá na Praça Quinze, no centro da cidade, as baterias desses equipamentos estavam muito próximas ao burburinho. Seria mais conveniente que estivessem um pouco mais afastadas, para que as extensas e tensas filas que se formam diante delas não interferissem na muvuca ao redor da banda.
Aí o que se vê são mijões dos vários sexos, até mesmo mocinhas de carinhas insuspeitas, que se agacham coladas à parede, com uma amiga tentando dar-lhe cobertura, enquanto escorre aquele filete fervente de líquido, sob um olhar de cachorro (melhor: cachorra) que virou a panela do vizinho.
Ontem não foi muito diferente durante o desfile do bloco Carioca da Gema, na Lapa.
Apesar de toda essa consideração, o que, de fato, acontece é que muita gente é folgada e não quer se dar ao trabalho de urinar em locais adequados, ainda que pagando por isso.

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