EQUÍVOCOS, NADA MAIS!

Ontem à noite, sentei-me diante da tevê para assistir à partida entre a seleção alviceleste daquele simpático e humilde país mais abaixo de nós e a poderosa esquadra sub-23 da Costa Rica.

Vou abrir aqui um parêntese para que vocês entendam que não morro de amores pela Costa Rica, apesar de sua opção por não ter exército. Em 1976, durante uma viagem de trem no Peru, fui vítima de preconceito por parte de um casal de costa-riquenhos. Estávamos eu, minha mulher e um casal de amigos fazendo um tour pelo Cone Sur e, por simpatia, propus aos  bravos representantes daquele gigante do Caribe trocar uma reles moedinha de um cruzeiro pelo equivalente de sua moeda, como forma de recuerdo. O cara de pau caribenho se virou para mim e disse que não, pois o nosso dinheiro não tinha valor. Entonces tive de dizer-lhe que o seu também valia mierda.

Assim explicado, voltemos ao jogo.

Pelos dois primeiros jogos dos hermanos, já havia começado a pensar que, se Deus não é brasileiro, como é provável, ele, de fato, andava sacaneando os argentinos.

Os dois primeiros jogos da seleção de Messi foram pífios, o futebol foi de borrachos.

No entanto, ontem, eles mostraram o jogo que deles se esperava, sobretudo no segundo tempo, quando Messi começou a jogar como faz no Barcelona, com entrosamento, passes mais precisos, deslocamentos e a maestria que sabemos que, desgraçadamente, eles têm.

Aí deu no que deu e a gloriosa seleção sub-23 da Costa Rica limitou-se a tentar não levar uma goleada. E terminou apenas em 3×0.

Durante, sobretudo o segundo tempo, tive a atenção despertada para um fato, que já cutucava a minha curiosidade. Não sei se repararam, porém quase todos os jogadores argentinos não são argentinos, são italianos disfarçados.

Explico melhor: eles colocam um nome espanhol no cara, ou outro qualquer, mas não podem esconder o sobrenome. Então a maioria deles se revela. Reparem só na escalação do time: Sergio Romero; Pablo Zabaleta, Nicolás Burdisso, Gabriel Milito e Javier Zanetti; Fernando Gago, Javier Mascherano, Angel Di María (Lucas Biglia) e Lionel Messi; Sergio Agüero (Ezequiel Lavezzi) e Gonzalo Higuaín (Javier Pastore).

Tenho ou não razão?

Imagem em italiano1pmc.blogspot.com.

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