TANNAT DERROTA MALBEC

Na batalha das uvas, a tannat derrotou a malbec.

Acabou ainda há pouco a batalha de Santa Fé, no Cemitério de Elefantes. E tombou o mastodonte argentino, armado na presunção de um show de Messi, que não ocorreu desta vez.

O Uruguai incorporou o espírito de Obdulio Varella e despachou a seleção portenha nas quartas de final, justamente no dia em que a Banda Oriental comemora a vitória sobre o Brasil na Copa de 50, no famoso Maracanaço (Maracanazo, na língua lá deles).

O que faltou ao time uruguaio com a expulsão de Pérez, autor do gol, sobrou em empenho e superação de toda a equipe.

E, ao fim das contas, prevaleceu o futebol de Forlán sobre o de Messi, malgrado o abismo entre a habilidade dos dois.

Também ficou patente a atuação de Muslera no gol da seleção uruguaia, com defesas milagrosas.

Devo confessar, como se isso já não fosse o normal entre os brasileiros, que torci pelo Uruguai, apesar de julgar sua equipe mais difícil de ser batida por nós do que a seleção tanguera.

O time uruguaio, alimentado pela uva tannat, mais encorpada que a malbec, característica da indústria vinícola argentina, reproduziu em campo a pegada dos vinhos produzidos naquele pequeno país.

Então, para comemorar, abri um Licor de Tannat elaborado pela bodega Ariano.

E o vinho desceu mais redondo que a bola no fundo das redes portenhas!

Uva tannat (imagem menuespecial.com).

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