POEMA DE SÉTIMO DIA

(Por Amy)

Um dia

A cotovia

Que cantava como uma negra

Embora branca e frágil

Calou a voz

Soterrada por drogas

Afogada por drogas

Esmagada por drogas

Como se uma heroína flácida

Tentasse suplantar horrores

Emboscadas

Tragédias

Vicissitudes várias

 

Uma noite escura

Uma mulher insegura

O corpo cheio de mazelas

Alterado por drogas e dores

Cantou a última canção

Com sua voz de negra

 

E a escuridão da morte

Tombou sobre ela com seu manto implacável

Amy Winehouse (tothinkpink.wordpress.com).

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Esta entrada foi postada em Poesia.

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