“O QUE SERÁ QUE ME DÁ?”

1. Na Itália, a ex-estrela de filmes pornôs Cicciolina, Ilona Staler, que também foi parlamentar depois que fez o que fez no cinema erótico-sacana-pornográfico (Vi um filme seu que era um espanto! Tipo invasões bárbaras: norte, sul, leste e oeste.), vai-se aposentar como deputada.

Não vejo nada de estranho. Primeiro, porque no próprio nome de sua função parlamentar está incluído o nome de sua outra profissão; segundo, porque ela também pagou o INSS de lá. Aí não há como justificar a polêmica que se levanta na Bota. Pagou, tá limpo, né não?

No Brasil, seus filhos também não se aposentam depois de alguns aninhos naquele ninho de mafagafes, que muito bem parece um set de filme pornô?

Então está tudo dentro dos conformes: ela lá, eles aqui.

Eh, mundão lascado sô!

Cicciolina antes de se sentar na cadeira parlamentar (agal-gz.org).

2. Nada disse ontem a respeito do jogo Botafogo x Flamengo, porque entrei em estado de hibernação. Podíamos ter enfiado alguns na rede do Urubu, mas a mágica de Caio Júnior, trocando a posição de Maicosuel e Herrera no segundo tempo, tirou a força ofensiva e facilitou os avanços do lindo lateral direito do time da Gávea, Léo Moura (vai ser feio assim lá em Brejo  das Almas!).

Mesmo após alguns minutos de jogo, em que ficou claro que a mudança piorara nosso esquema de jogo, o mágico abdicou da mudança. Técnico tem dessas teimosias.

Já a comemoração do Loco (Não estou mais louco contigo, ô Abreu!) foi massa! Tenho certeza de que ele não conhece, porém reproduziu a estátua do índio Arariboia postada na praça do mesmo nome em Niterói, em frente à estação hidroviária: aquele indião imenso mal-encarado de braços cruzados, olhando em direção ao Rio de Janeiro.

É nós (como dizem os paulistanos de Aricanduva)!

3. No governo federal, no Ministério do Turismo Irresponsável, sai apaniguado do Sarney, entra apaniguado do Sarney. Em linguagem futebolística, é como trocar seis por meia dúzia. Ou, na filosofia popular: fica tudo como dantes, no quartel de Abrantes. Aliás, os franceses também têm um ditado parecido: plus ça change, plus c’est la même chose! O que só vem confirmar que a mutretagem é antiga e não tem pátria.

Eh, Brasilzão lascado, sô!

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