HOJE VOU BATER CORIMBA!

Estou aqui preparando-me para ir ao Engenhão mais tarde. Ainda não decidi. Porém sei que o Botafogo precisa do meu apoio incondicional, mesmo depois de todos esses anos de devoção que lhe devoto. Pode ser que minha ausência desande lá o time e nós percamos uma partida que deve ser ganha, para que continuemos a sonhar com o título do Brasileirão.

Ontem fui almoçar com os amigos Rogério Barbosa e Eduardo Campos no Da Silva, ali no Clube Ginástico Português. O primeiro é também botafoguense; o segundo, tricolor, e este me disse que sente no ar algo armado para que o Curintcha seja campeão. Não sei, pode ser, quem sabe até…

Por isso é que talvez você, leitor, me procure por aqui e não me ache. Estou lá no Engenhão, no meio daquele bando de malucos que acha que uma bola rolando é uma diversão e tanto. Só é quando o seu time ganha. Caso contrário é a antessala do inferno.

Sair do estádio com resultado adverso é mais ou menos com pegar, no laboratório de análises clínicas, o resultado do exame de sangue que o acusa de taxas escandalosas de colesterol, triglicérides, glicose e por aí afora.

Não sei quem inventou essa coisa de torcer e sofrer por isso. Às vezes é preferível ver o jogo dos outros. Podem fazer quantos gols quiserem que isto não me afetará. Mas, se é no meu time, é como se aquilo fosse me aniquilar pelo resto da semana.

No jogo Botafogo x São Paulo, acontecido aqui há mais de mês, após o lamentável empate em 2×2 (A respeito, postei no blog os textos  Hoje, perdemos de 2×2 e É segunda-feira! Não falem comigo!), meu sobrinho-neto Lucas saiu tão revoltado com o desempenho do time, que até hoje está de mal: recusa-se a ir ao estádio. Vou rir muito dele, caso sejamos campeões e ele lá não esteja. Pedro, meu filho, também já esbravejou muito, como meu amigo Zatonio Lahud (interrogaes.com).

Já prometemos não voltar mais aos jogos. Já xingamos várias gerações do técnico e dos jogadores. Mas torcemos. O que fazer? Talvez sejamos a classe de pessoas mais sem palavra do mundo: os torcedores. Imagino que os dos outros clubes sejam também assim.

Imagem em tv-aovivo.net.

Então, já sabe: se eu não estiver aqui hoje (Olhe bem aí!), é porque estou lá no Engenhão, torcendo como um condenado, para ver a Estrela Solitária brilhar no céu azul do Brasileirão!

E, quanto a bater corimba, como está no título da postagem, é tudo brincadeira. Sou descrente dessas coisas, que até me dá medo.

Contudo, por dúvida das vias suspeitas em que nosso time transita: Que Mané Garrincha nos proteja!

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