QUANDO NÃO RESTA SENÃO A ESPERANÇA

Estou com as barbas de molho, desde que a cabeça se esvaziou, por causa do placar da primeira partida da final do Cariocão.

Como sabem, saí desnorteado do estádio. Tive de ligar o GPS, para encontrar o rumo de casa, mais perdido que cachorro quando cai do caminhão de mudanças.

E o que nos resta, agora, para o jogo de daqui a pouco, eu lhes pergunto? E respondo, porque já sei a resposta: ESPERANÇA!

Logo mais, no Engenhão, será uma torcida maior – a do Flu – contra a nossa. Uma soberba, confiante em que nada de errado poderá ocorrer. Outra, supersticiosa, desconfiada, acreditando, até o fim, que nada está completo, antes do apito final.

E, até o momento final, o que estará conosco é a ESPERANÇA!

Vamos lá, Botafogo!

 

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2 comentários em “QUANDO NÃO RESTA SENÃO A ESPERANÇA

  1. Que a esperança não faleça hoje. Ai…ai…ai…vida dura!

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