JOGAMOS COMO TIME GRANDE

A vitória de ontem, em Belo Horizonte, sobre o Cruzeiro, e de virada, mostrou que o Botafogo tem elenco para não fazer os papéis miseráveis que, por vezes, anda fazendo no campeonato brasileiro.

Embora desfalcado de algumas peças, o que se viu em campo foi uma meninada disposta a não perder a oportunidade de mostrar serviço.

Mas, vamos combinar, o Seedorf ontem extrapolou competência, como dizia meu antigo chefe da repartição. Fez os dois gols da virada aos 34 e aos 35 minutos do primeiro tempo e, no segundo, deu uma arrancada sobre o Leandro Guerreiro e cruzou na medida para Jadson, que entrou sozinho, driblou o goleiro e meteu para as redes.  Com sua experiência de grande jogador, orientou os demais jogadores, pediu calma e passou a ser o nosso centroavante nos minutos finais.

E agora lhe pergunto, estimado leitor: por que é que o time não mostra esta mesma disposição em todas as partidas? Por que é que temos de sofrer como torcedores bipolares, que vão da euforia à depressão, a cada rodada? Não seria possível que, pelo menos, em todos os jogos houvesse demonstração de padrão de jogo, de esquema tático, de disposição de luta?

Os 3 x 1 de ontem não foram obra do acaso. Deu para perceber isso claramente. E, enquanto tocávamos a bola como time grande, o Cruzeiro mostrava sua face desvalorizada, como um bando de jogadores correndo como baratas desorientadas pelo Detefon.

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