EM MIRACEMA (II)

Em Miracema
Quando você não tiver mais nada a fazer
Escreva um poema
Assim a esmo
Ou então mate um porco
E faça linguiça chouriço e torresmo
E dê a tarefa por completa
Quando recitar os versos entre conversas
Palavra molhada língua solta
Às gargalhadas
Com a última patacoada
Do parceiro que divide com você
O líquido sabor de uma cerveja
Umbigo encostado ao balcão do botequim

E que assim seja!

 

Árvore ao pôr do sol em Miracema (foto do autor).

Árvore ao pôr do sol em Miracema (foto do autor).

 

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