VERSOS DE CIRCUNSTÂNCIA

Tinha entre os rascunhos uns versinhos despretensiosos, como aliás tudo que faço, sobre a figura do desalojado presidente da Câmara dos Deputados. Mas não os publiquei então, tomado de certos pudores que ainda trago comigo. Hoje, contudo, diante da providência do ministro Teori (Não vou escrever seu sobrenome porque estou com preguiça de pesquisar no Google.), resolvi postá-los aqui, tal como é da tradição da poesia de escárnio e maldizer em língua portuguesa. Apenas me permiti usar um asterisco incoveniente, para não ficar extremamante inconveniente.

Aí vão.

O seu Eduardo Cunha
Será cunhado afinal
Receberá uma cunha
No orifício retal
De tal jeito que tal cunha
Lhe cause tão grande mal
Assim como nos causou
Com o desvio da estatal
De um dinheiro chorado
Em volume colossal
De modo que ao ser cunhado
Sinta-se ele afinal
Cunhado com a cunha no c*
Etecetera coisa e tal.

Imagem em pt.dreamstime.com.

Anúncios

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair /  Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair /  Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair /  Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair /  Alterar )

Conectando a %s