FIM DO MUNDO

Estou com certa nostalgia daqueles fins de mundo, anunciados periodicamente alguns anos atrás, por um sem-número de malucos. Ficava contando com eles, para ver o fim de boletos e impostos, taxas e governos, deputados e senadores, esquerda e direita, intolerâncias e tolerâncias.

Nem mesmo o meteoro desgovernado, anunciado recentemente pela NASA, de credibilidade científica até então intacta para mim, cumpriu a previsão de passagem triscante com a Terra, que se daria entre o Natal de 2019 e o Dia de Reis de 2020. Foi um fiasco completo, de nem ser noticiado. Passou batido por aqui, de não deixar nem uma poeirinha tóxica, nem uma pequena catástrofe localizada. Nada que se pudesse comparar àquela outra, de alguns milênios atrás, que acabou com os dinossauros e seus companheiros de fauna e flora.

Aí fico nostálgico de sobressaltos e medos. Nunca fui testemunha de uma catástrofe natural de grandes proporções. Só mesmo a nossa política me dá certa sensação dela. Parece que este mundo não se irá acabar mesmo. Perco até a esperança de um futuro zero-gente, zero-natureza, como diz meu netinho Francisco.

Que pena que o mundo não se tenha acabado! Tinha tantos planos por não realizar!

 

Resultado de imagem para planeta destruído

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