MUSEU DO AMANHÃ

Aproveitei o sábado favorável e fui ao Rio de Janeiro conhecer, ainda que só externamente – as filas estavam imensas -, o Museu do Amanhã, projeto do arquiteto espanhol Santiago Calatrava e situado  na Praça Mauá, agora recuperada, modernizada e, sim, uma verdadeira praça. Trouxe alguns registros do museu para os amigos, que já devem estar cansados de ver fotos deste novo ponto turístico. Aí estão.

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BANHO

Passeando pela serra de Teresópolis, na estrada Terê-Fri, neste fim de semana, flagrei este sabiá da praia* em seu banho de sábado. Chegou seco, orgulhoso, e saiu molhado e um tanto jururu. Mas saiu limpinho, certamente.

Só gostaria de saber o que faz um sabiá da praia nas montanhas fluminenses. Talvez não tenha aguentado o calor senegalesco do nosso outono tropical.

 

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*Informação de um amigo e conferência no Google.

ENFIM O OUTONO

O outono é uma estação que inspira. Não sei bem o quê. Mas inspira. Quem tem problemas respiratórios nem gosta de inspirar, porque os pulmões se congestionam. Mas não é disso que quero dizer aqui. Desde o ano passado, tenho um rascunho inacabado sobre o outono. Já fiz outros tantos poemas falando sobre esta estação bipolar. Na verdade a deste ano, atrasada por mais de um mês, enfim chegou por aqui. A temperatura, até então uma canícula senegalesca, como gosta de registrar o amigo Rogério Andrade Barbosa, caiu quase vinte graus. Passamos do verão tórrido para um quase inverno carioca.

Aí, peguei as câmaras e fui registrar esses tropicais tons outonais. Aí vão algumas fotos.

Bom outono a todos! Enfim!

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POR ACASO

 

Por acaso
No ocaso
Quando o sol se puser
Estando o sol posto
E o meu querer
Não mais quiser
É porque já estarei morto
E aí talvez eu viva
Se de fato morto estiver
Nos muitos versos que fiz
Já que viver após morrer
É um mistério incontrolável
Intangível
Tão inverso ao viver
Até difícil dizer
E não um querer qualquer

 

Ocaso em Iraipu, Niterói (19/8/2015; 17h34; foto do autor).
Ocaso em Iraipu, Niterói (19/8/2015; 17h34; foto do autor).

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Publicado originalmente em Asfalto&Mato.

UM PÃO DE AÇÚCAR

O único pão de açúcar que tenho liberdade para apreciar sem moderação, porque não fará aumentar minha taxa de glicose, que anda saliente, é este monumento natural de granito que fica do outro lado da Baía da Guanabara, na cidade do Rio de Janeiro, e que oferece as mais diversas visões ao niteroiense.

Tenho fotografado com certa insistência os mesmo lugares, os mesmos motivos, porque é perceptível que, conforme a luz – ou a falta dela -, cada objeto se mostra diferente aos nossos olhos.

Por este motivo, escolhi, dentre as muitas fotos em que o Pão de Açúcar é objeto principal, estas que aí vão, para a apreciação dos amigos leitores.

Espero que sejam do seu agrado.

A partir de Icaraí (28/6/2015; 10h05).
A partir de Icaraí (28/6/2015; 10h05).
A partir da Fortaleza de Santa Cruz da Barra (30/7/2015; 12h00),
A partir da Fortaleza de Santa Cruz da Barra (30/7/2015; 12h00),
A partir da estrada de acesso à Fortaleza de Santa Cruz da Barra (12h42)
A partir da estrada de acesso à Fortaleza de Santa Cruz da Barra (30/7/2015; 12h42)
A partir de Camboinhas (19/8/2015; 16h26).
A partir de Camboinhas (19/8/2015; 16h26).
A partir de Icaraí (8/8/201; 15h33).
A partir de Icaraí (8/8/2015; 15h33).
A partir de Icaraí (26/11/2015).
A partir de Icaraí (26/11/2015; 18h56).
A partir de Icaraí (7/10/2015; 18h05).
A partir de Icaraí (7/10/2015; 18h05).
A partir de Icaraí, 12/11/2015; 18h30).
A partir de Icaraí, (12/11/2015; 18h30).
A partir de Icaraí (26/11/2015; 19h26).
A partir de Icaraí (26/11/2015; 19h26).
A partir do Parque da Cidade (4/7/2015; 9h44).
A partir do Parque da Cidade (4/7/2015; 9h44).

 

BARRA DE SÃO JOÃO

O distrito de Barra de São João, no município de Casimiro de Abreu, sempre foi uma passagem para mim, desde os velhos tempos em que não havia a BR101, a ligar Campos com o Rio de Janeiro. Os ônibus que vinham de Bom Jesus do Itabapoana para Niterói, onde passei a morar em 1968, faziam um trajeto mais longo, entrando em Macaé e percorrendo toda a Rodovia Amaral Peixoto, que justamente passa neste distrito. Dele tinha sempre a imagem da igrejinha (Capela de São João Batista) sobre uma elevação, junto à foz do rio São João, e a velha ponte caída, já substituída pela nova, que hoje já não está tão nova assim.

Até que, neste fim de semana, Jane e eu tivemos de ir a um compromisso social lá perto e ficamos hospedados nesta vila à beira mar, onde passou boa parte da vida o poeta romântico Casimiro de Abreu, que deu nome ao município.

Em primeiro lugar, devo destacar a surpresa com a pousada – Casa Nelly – de um casal de alemães simpaticíssimos, que gostam de conversar e estão sempre dispostos a atender os hóspedes. A pousada fica numa rua transversal à rodovia que corta a vila ao meio (Rua Wellington Borges, 103), bem próxima ao mar aberto, cuja orla está urbanizada.

Tendo ficado lá, resolvi matar o desejo de fotografar aquela igrejinha cenográfica e seu entorno. Depois aproveitamos para seguir a dica das amigas que nos convidaram para o rega-bofe do sábado à tarde e fomos conhecer uma das margens do belo Rio São João, até o hotel fazenda de mesmo nome, a menos de sete quilômetros do centro.

Trago, para os amigos leitores, algumas das fotos de Barra de São João, vila que me surpreendeu ao ser vista de outro ponto que não o da rodovia que é, na prática, sua avenida principal.

Espero que gostem.

 

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