COMO SE CONSTRÓI UM PÔR DO SOL

O fim de tarde ontem, em Icaraí, foi espetaculoso. Parece que São Pedro derrubou a prateleira de tintas primárias, do que resultou o espetáculo. Cheguei ao calçadão da praia um pouco antes das dezoito horas e comecei a registrar os efeitos da luz solar na paisagem, nas nuvens e no horizonte. Aqui organizo em dez imagens, em ordem cronológica, para que meu leitor observe a construção de um pôr do sol bafônico, espetaculoso, ostentoso.

17h58
18h11
18h16
18j20
18h29
18h35
18h37
15h41
18h42
18h51

SE INSISTIR COM O MAC, VOCÊ ME PERDOA, LEITOR?

 

Já disse alhures que o Museu de Arte Contemporânea de Niterói, obra-prima de Oscar Niemeyer, é mais fotografado que mulher nua. Eu mesmo não tenho uma foto sequer de mulher nua. Do MAC, contudo, tenho talvez às centenas.

Pois ontem, depois de alguns dias de abstinência fotográfica, saí à cata do que registrar, sempre pelos mesmos lugares a que a preguiça me impele. Peguei a mochila com os equipamentos, coloquei-a às costas e caminhei pelo calçadão de Icaraí, subindo o morro onde se encontra o museu, até chegar à avenida litorânea do Gragoatá, em frente ao campus da UFF. Além das fotos realizadas, comprovei mais uma vez que descer morro dá um prazer enorme, sobretudo depois que você o subiu, quase a se esfalfar, a língua pendurada sobre a barriga sôfrega.

Entre o resto de luz da ida e a já escuridão da noite, fiz vários registros, dos quais trago aqui estes que vão aí abaixo.

Embora este seja um motivo recorrente, espero que o amigo leitor goste e me perdoe a insistência. Para ampliar, é só clicar sobre a imagem.

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ENFIM O OUTONO

O outono é uma estação que inspira. Não sei bem o quê. Mas inspira. Quem tem problemas respiratórios nem gosta de inspirar, porque os pulmões se congestionam. Mas não é disso que quero dizer aqui. Desde o ano passado, tenho um rascunho inacabado sobre o outono. Já fiz outros tantos poemas falando sobre esta estação bipolar. Na verdade a deste ano, atrasada por mais de um mês, enfim chegou por aqui. A temperatura, até então uma canícula senegalesca, como gosta de registrar o amigo Rogério Andrade Barbosa, caiu quase vinte graus. Passamos do verão tórrido para um quase inverno carioca.

Aí, peguei as câmaras e fui registrar esses tropicais tons outonais. Aí vão algumas fotos.

Bom outono a todos! Enfim!

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UM PÔR DO SOL NO MEIO DO CAMINHO

Resolvi ir até São Francisco, na tarde desta última segunda-feira, Dia das Crianças e da Padroeira do Brasil, além do Descobrimento da América de que ninguém mais fala (Colombo se contorce no túmulo!), para pegar os últimos raios de sol.

Os dias têm andado um tanto enevoados, ou com poluição provocada pela tal inversão térmica, o que mantém o horizonte quase fechado. Como havia voltado da viagem a Macaé, resolvi fazer o sacrifício de ir até aquele bairro. A volta, no entanto, um pouco depois de o sol se pôr, foi um tormento. O trânsito estava congestionado demais.

Contudo, assim que cheguei, deixei o carro no limite entre os bairros de São Francisco e Charitas e saí à caça do fim de tarde. Pude fazer alguns registros que me pareceram interessantes. Trago alguns deles aqui para os amigos leitores.

Espero que gostem.

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A POSE DA PEDRA

Aí vão algumas das muitas fotos que tenho feito da Pedra de Itapuca, localizada entre Ingá e Icaraí, em Niterói. Esta pedra é o resto de uma antiga pedreira, sob a qual passava o túnel para o trilho do bonde. Com o alargamento da avenida praiana, a pedreira foi desmontada, mas deixaram a Pedra de Itapuca dentro do mar. Ela hoje é um dos cartões postais de Niterói e já foi retratada incontáveis vezes, tanto pela lente de câmaras fotográficas, quanto pelos pincéis de pintores daqui e de fora. Na sua base, periodicamente, veem-se catadores de mexilhões à procura do molusco e, nas ondas mais fortes que quebram sobre ela, bandos de surfistas, que se arriscam a um choque com a pedra. (Fotos tomadas em 22/9/2015, entre 16h47 e 16h57).

 

DSC04109 DSC04120h47 e 16h57).

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JURUJUBA: BARCOS ETC.

Hoje pela manhã, resolvi voltar a Jurujuba, bairro de pescadores de Niterói, que tem sempre uma paisagem interessante, com seus barbos atracados na enseada. Estou ainda experimentando a nova câmara fotográfica que adquiri. Confesso que não a conheço bem, mas só se conhece um equipamento, após a leitura do manual, com a experimentação. Aí estão algumas das fotos que fiz e os efeitos que consegui aplicar ao que os olhos viam. Espero que gostem do resultado.

Bom domingo a todos!

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