O TREM TÁ FEIO, MAS AINDA HÁ SALVAÇÃO!

1. MÉDICOS FAZEM GREVE PARA EXIGIR MELHORIAS NA SAÚDE – O governo, para atender aos grevistas, enviou uma carga de complexos vitamínicos e antipiréticos.

2. TIÃO VIANA DECRETA SITUAÇÃO DE CALAMIDADE PÚBLICA NO ACRE – Até que enfim! O Acre já está em calamidade pública há muito; bem antes do transbordamento dos rios que cortam o estado.

3. MORADORES DE CIDADE DE GOIÁS FECHAM A BR-040 EM MANIFESTAÇÃO CONTRA A GREVE DE RODOVIÁRIOS – Em Aparecida de Goiás, um grupo fechou a rodovia. Já que os rodoviários estão em greve, ali também ninguém passa. Nunca vi disso, mas o Brasil é um país surpreendente.

4. UM DEPUTADO CHAMADO ANDRÉ – O deputado André Vargas, que está no olho do furacão, já providenciou um colírio analgésico para o furacão: pediu licença para tratar de assuntos particulares. Quando, na cerimônia da Câmara, ele fez o gesto de Genoíno e Zé Dirceu ao serem presos, já antecipava o que lhe pode acontecer. Seus cumpinchas, aliás, correligionários, acham que sua situação é pior que o daqueles dois. Ele vai fugir, gente! Já deve ter muito dinheiro no exterior. Segurem o homem!

5. O SENADOR GIM ARGELLO (PTB-DF) É INDICADO A OCUPAR UMA VAGA NO TRIBUNAL DE CONTAS DA UNIÃO – O TCU, não importa sua composição, será sempre suspeito de votar com o governo. Mas indicar o senador PINGA COM GELO, que tem contra si nove processos, já é, como dizíamos na terrinha, meio muito, né não? É aquela história de confiar o galinheiro à raposa, a chave do cofre ao ladrão, ou o TCU a político. Dá tudo no mesmo!

6. A PACIFICAÇÃO NA MARÉ CONTINUA NA BASE DA PORRADA, DO TIRO E DA VIOLÊNCIA. – Nada a comentar!

7. NOVO TREMOR DE TERRA EM MONTES CLAROS-MG – Montes Claros não para com essa mania de querer aparecer na mídia. É mineira, mas não trabalha em silêncio. Gosta muito de aparecer. Eh, Montes Claros!

8. FELIPÃO DIZ QUE VAI LIBERAR O “SEXO NORMAL” DURANTE A COPA DO MUNDO – Aí! atenção, donas de casa! O pau vai cantar durante a Copa. Não sabia que o poder do Felipão chegasse a tanto: técnico de sexo normal. Aliás, o que seria sexo normal: papai-mamãe, são pedro-são paulo, frango assado? Que horror!

9. HUNGARO SEM ACENTO ELOGIA JORGE WAGNER – O mundo está mesmo perdido! E nós botafoguenses seguimos com cara de tacho. Jorge Wagner conseguiu alguém que o elogie. Será que deu parte do salário que não recebe ao técnico? Tenho cá minhas dúvidas!

10. EMPRESÁRIO DE JOGADOR DO FLAMENGO É PRESO POR TRÁFICO INTERNACIONAL – Droga é droga, não importa o time em que jogue, mesmo sendo o Urubu! Isso não lhe dá garantias de que seja coisa limpa. Ou será exatamente por isso? Nunca se sabe! Por isso é que o empresário acabou preso: traficando droga, naturalmente. Hahaha!

 

Irmãos Metralha, criação Walt Disney.

Anúncios

O PROFETA

Cada tempo, cada terra, cada povo têm o profeta que merecem.

Aqui, com todas as nossas vicissitudes, temos o Marcos Feliciano profetizando. É o que nos sobra.

É, como dizíamos em Carabuçu, meio muito! Marcos Feliciano, o deputado federal evangélico, também é profeta. E profetiza catástrofes escatológicas: está prevendo o fim dos terreiros de santo, que ele chama de macumba, e o sepultamento de todos os pais de santo do país. E, eu diria, quiçá da Bahia.

Claro que essa profecia há de acontecer um dia, a se dar ouvido a todas as previsões catastrofistas que pululam mundo afora. Por exemplo, em 21/12/2012, às 21 horas, o mundo acabou, conforme previram os sábios maias. O que vivemos agora é pura ilusão virtual, alguma coisa projetada pelo Demo para nos iludir.

Contudo a profecia desse profeta do absurdo soa muito mais como intolerância religiosa, como ódio religioso.

Não sei os deuses de todas as religiões, mas seus seguidores aqui em baixo são pessoas que, comumente, pregam o extermínio dos infiéis. E isso desde que o mundo é mundo, desde que apareceu o primeiro deus. Se bem que, na religião hinduísta, eles se digladiem o tempo todo. Ou pelo menos já se digladiaram, como ocorria nas mitologias antigas, tipo grega e romana. Eles mesmos, os deuses, metiam ferros uns nos outros, como nós humanos fazemos aqui embaixo, replicando seus comportamentos.

O infeliz do Feliciano apenas repete a mesma coisa. Só que, atualmente, nosso Estado que se pretende laico entende que tal postura é tida como crime. Então, ferro nele também. Meta-se-lhe o rigor da lei, a despeito de sua carapaça de deputado federal e não se fala mais nisso!

——

PS: Não tenho religião nenhuma, mas defendo o direito de cada um ter a sua e exercê-la com liberdade e respeito a todas as demais.

Cartum de Glauco (em momentodereflexao.blogspot.com).

A CÂMARA DOS DEPUTADOS NÃO TOMA JEITO

A Câmara dos Deputados, com a não cassação do deputado preso por desvio de dinheiro público – roubo, na linguagem comum -, deu uma demonstração clara de que se lixa para a decência, a vergonha na cara e a opinião pública.

Os deputados que livraram a cara do condenado talvez tenham culpa semelhante no cartório, ou não teriam tomado a atitude que tomaram. Principalmente porque se esconderam atrás do voto secreto.

Mas, ainda bem pior do que aqueles que, secretamente, votaram pelo deputado detento, foram os que se abstiveram de votar.

Deputado e senador não têm o direito de se abster em nenhum tipo de votação. Eles foram conduzidos ao Congresso para votar – contra ou a favor – de qualquer matéria parlamentar. Eles estão lá para representar seus eleitores, que não podem votar as matérias. Os que se abstêm são piores do que os que votam contra ou a favor de qualquer matéria, porque são covardes, fracos, pusilânimes. Esses, talvez, sejam os piores representantes, porque compactuam com alguma situação, tentando tirar o corpo fora, abstendo-se de tomar uma posição.

O eleitor, ao votar nas eleições, tem o direito de se abster, votar em branco, anular o voto. O parlamentar eleito não tem esse direito.

Assim, no conjunto formado pelos que votaram pelo deputado prisioneiro, os que se abstiveram e os que faltaram, a Câmara Federal cuspiu na cara na Nação. E deu o recado contundente que não tem nada a ver com o conjunto da sociedade. O que é, sob todos os aspectos, lamentável e dá oportunidade a que as vozes do golpismo se levantem para desqualificar a atividade legislativa como uma das bases da democracia representativa.

Agora, depois da vergonha inicial, correm alguns parlamentares a tentar reverter a situação. Pode ser tarde para tirar mais essa mancha sobre o parlamento brasileiro.

CHEGUEI E ACHEI TUDO NA MESMA

Há uma anedota que diz que certa pessoa passou dez anos sem ir a Paris e, assim que voltou, constatou que a cidade não havia mudado em nada, estava na mesma. E isto a fez exclamar: Graças a Deus, Paris não mudou!

Estive por dez dias fora do país. Fiquei praticamente sem saber de notícias daqui. Quando voltei, também encontrei quase tudo na mesma: na mesma esculhambação, na mesma confusão, na mesma improvisação de sempre.

Saí depois da Copa das Confederações e voltei em meio à Jornada Mundial da Juventude, e o que me pareceu, logo de saída, pelas notícias, é que o Rio de Janeiro – não sei de outras cidades – não tem capacidade de receber um número muito grande de visitantes de uma única vez. Os transportes públicos não atendem bem nem os moradores daqui, imaginem se atenderão mais milhares de usuários. Nossa improvisação, nas mais diversas situações, não funciona quando o bicho pega, quando o pau quebra, quando a cobra fuma. Aí não é possível dar um jeitinho.

Como dar um jeitinho à saída de um milhão e meio de pessoas de uma concentração em Copacabana? No réveillon esse troço funciona? Não sei!

Devo confessar que, no último réveillon a que fui, as regras eram outras. Cheguei cedo, estacionei o carro numa garagem, fui para a casa de um amigo, depois à praia e, assim que o trânsito foi liberado, voltei a casa. Não precisei do transporte público. Mas quem o utiliza deve passar seus apertos. É que nossa administração pública não existe para facilitar nossas vidas. Antes existe, para tirar nosso dinheiro em forma de impostos e, posteriormente, nos pedir compreensão, sacrifícios e abnegação.

E, se nossas autoridades não dão atenção a quem lhes dá a grana diretamente, também não dará a quem vem aqui esporadicamente para atrapalhar ainda mais a vida na cidade.

Vi, por exemplo, um jovem carioca falando da vergonha que sentia pela falta de transporte ao final de um dos eventos da JMJ. Ele se fazia acompanhar por vários visitantes e não tinha como lhes explicar o fato. Impotente, só podia sentir vergonha.

Não sei onde vi, mas parece que o abestado do Joseph Blatter, presidente da suspeita multinacional FIFA, já estava arrependido de ter escolhido o Brasil como sede da próxima Copa do Mundo. Bem feito! Quem mandou entrar no esquema? Agora tem de aguentar! Na época, em 2014, veremos o que se pode fazer. E, como agora, as autoridades vão lamentar o ocorrido e prometer providências para que tal não se repita. Como vêm dizendo há anos, diante das mais diversas situações.

Nossas autoridades não administram, não previnem situações, não resolvem problemas. Quando esses se manifestam, de forma contundente, elas vão a público lamentar o corrido e prometer ações preventivas num futuro que nem Deus sabe se virá.

E dizer, com um tom humorístico de muito mau humor, como o fez o prefeito Eduardo Paes, que o Papa provoca engarrafamento. Como se isso fosse uma grande novidade: a visita de uma pessoa com sua estatura pessoal e religiosa. O prefeito do Rio de Janeiro não soube disso antecipadamente. Ele é um abestado!

Eh, Brasilzão lascado, sô!

Imagem em geogente.wordpress.com.

OS PROTESTOS JÁ COMEÇAM A CAUSAR EFEITOS COLATERAIS

Foi só o povo ir para as ruas, protestar, arruaçar, esculhambar, para que os políticos, como vestais inocentes e surdas, começassem a ouvir o grito das ruas – imagem mais do que gasta.

Na votação da PEC 37, apenas nove deputados tiveram coragem de votar por sua aprovação. Nem mesmo os representantes das polícias, que antes se apresentavam diante das câmaras a defender seu direito exclusivo de investigar, aparecem mais. Ao contrário, vi policiais louvando a participação do MP na parceria.

Vi também alguns homens públicos se orgulharem de votar contra a PEC 37. Quase uma hipocrisia!

É melhor tentar salvar a pele, enquanto ainda a têm.

Esses são os verdadeiros políticos, no mau sentido, é claro. Aqueles que têm a cara da situação. Se o pau quebra, estão com quem quebra o pau. Se o céu é de brigadeiro, fazem cara de paisagem e continuam no ramerrão de sempre.

O noticiário, por exemplo, informou ontem que vários projetos de lei de interesse social que estavam hibernando nos escaninhos do nosso legislativo estão voltando à ordem do dia.

Voz discordante, como se vê n’O Globo de hoje, é a do Zé Dirceu, que se diz favorável à PEC 37. Aliás, por causa da iniciativa do Ministério Público, é que ele e os demais incluídos no processo do Mensalão estão hoje condenados, embora em liberdade e alguns nos seus cargos eletivos.

Já era, Zé Dirceu! A PEC 37 mó… rreu! E é bom botar as barbas de molho, pois o Supremo, também ouvindo o clamor popular (Eta, imagenzinha velha!), resolveu mandar trancafiar um corrupto que se elegeu deputado federal (Quer dizer, o próprio eleitor foi quem o colocou lá!).

Zé Genoíno também não está nada confortável naquela cadeira confortável do Congresso Nacional. Começa a ver sua vó pela greta.

Os antigos, lá em Carabuçu, minha vilazinha natal, diziam que, nesses casos, é sempre melhor enfiar a viola no saco e baixar noutro terreiro. Não sei se nossos ínclitos corruptos sabem disso. Talvez até saibam, mas, enquanto não são pegos com a boca na botija e se arrependam dolorosamente diante das câmaras e dos flashes, continuam na sua refestelada vida de desvios e açambarcamentos, numa demonstração inegável do grande poder extrativista de dinheiro público nunca visto na história deste país.

Espero que esses efeitos colaterais dos protestos públicos não sejam apenas uma urticariazinha superficial, sem grandes consequências.

Barbas de molho (em ipuceara2010.blogspot.com).

QUEBRA ESSE GALHO AÍ PRA MIM!

No Brasil, país do jeitinho, quebrar o galho é uma instituição nacional. Dá-se o jeitinho e quebra-se o galho. No varejo e no atacado. Eu, tu, ele, nós, vós, eles. Não há pessoa do discurso que não tenha quebrado o galho para outra pessoa. E vice-versa: não tenha tido um galho quebrado por outra. Parecemos todos macacos gordos.

O jeitinho é outro caso de expediente nitidamente das cores verde e amarela. Jeitinho que, muito provavelmente, vá resultar em xabu, como com aquele bonde de Santa Teresa, cujo freio recebeu o jeitinho de um arame. E deu no que deu!

Mas, como sobreviver num país de burocracia até a loucura, se não tivéssemos essas sagradas instituições nacionais: quebrar o galho e dar um jeitinho.

E pode, às vezes, mesmo, tratar-se de alguma coisa não dentro da ética e da correção política. Quebrar o galho vale para qualquer coisa, assim como dar um jeitinho.

E o brasileiro é muito jeitoso para essa coisa de quebrar o galho.

Ao contrário, não imagino um paquistanês quebrando galho de compatriota. Lá não se quebra galho. É pão pão, queijo queijo. É adaga adaga, cimitarra cimitarra. Não tem essa! Paquistanês não se dá a desfrute de quebrar galho de ninguém.

E um afegão dando um jeitinho? A não ser que seja um talibã, que dê um jeitinho de mandar alguém para o espaço a poder de um petardo explosivo. Talibã dá o jeitinho lá dele. Mas quebrar galho nem pensar!

E os súditos da Rainha Elizabeth têm, pelo menos, cara de que saibam quebrar galho? Duvido muito! Os Beatles e os Rolling Stones podem ser tudo, até doidaços, menos quebradores de galho. Jeitinho, então, nem pensar! A fleuma britânica não foi contemplada com o DNA do jeitinho. Haja vista o entrevero das Malvinas – ou Falklands – com os argentinos. Também não quebraram o galho dos Hermanos. Partiram para a retaliação à invasão às ilhas.

Francês historicamente não é dado a casser le branche – nosso famoso quebrar galho. Caso contrário, teriam aliviado a guilhotina para Maria Antonieta e Luís XVI. E para Danton e Robespierre, os mesmo que não aliviaram para os monarcas. Até mesmo um médico lionês – JMV Guillontin – de mesmo sobrenome e profissão do inventor da máquina, o Dr. Joseph-Ignace Guillontin, cuja intenção seria minimizar o sofrimento do condenado, foi guilhotinado. E deve ter dito ao verdugo, naquele momento fatídico, antes de a lâmina implacável descer e apelando para seu parentesco:

– N’est-ce pas possible casser ce branche à moi?

Mas o verdugo, com cara e alma de carrasco desde tempos imemoriais, cortou a corda que prendia a lâmina no alto da guilhotina. E lá se foi a cabeça do aparentado do inventor da máquina de morte suave.

Aqui no Brasil, no entanto, quebra-se o galho desde a mais simplória situação, como pedir um açucareiro que realmente libere o açúcar do cafezinho no pé-sujo:

– Aí, parceiro, quebra o galho: me vê um açucareiro que funcione!

até o jeitinho para resolver o problema do grande empresário numa concorrência pública de interesse nacional, em que rolem milhões de reais.

Nesse último caso, então, o barulho que fazem os galhos sendo quebrados é de não deixar ninguém dormir.

Aí ficamos nós absolutos nesses quesitos. Somos imbatíveis na arte de quebrar o galho e dar um jeitinho.

Por isso é que, enquanto não se resolvem de vez vários e sérios problemas de natureza estrutural do país, o governo também dá seu jeitinho e vai quebrando o galho de milhões de nacionais, inventando expedientes que os ajudem a suportar as mazelas que temos pela frente.

O que pode não resolver, mas já quebra um galho danado!

 

Imagem em blogs.estadao.com.br.

VÃO INSTALAR UMA UPP NO EDUARDO PAES

O prefeito do Rio de Janeiro foi jantar com sua esposa em um restaurante japonês da Zona Sul do Rio de Janeiro.

Estava placidamente acomodado, quando foi incomodado por um jovem músico, que se dirigiu a ele e o ofendeu. Como postou no seu Facebook, o músico disse ao prefeito que ele é um bosta e vagabundo.

Não deu outra: o prefeito deu-lhe um soco na cara.

Veja só! Não votei no Eduardo Paes, não sou do seu partido e tenho algumas restrições à sua administração. Mas o soco foi bem dado.

O cara, isto é, o músico, como postou em sua página no Facebook, se acha cheio de razões em odiar o prefeito e lhe dizer na cara o que pensa.

O prefeito, naquele momento, era muito mais o cidadão do que a autoridade. Estava em momento descontraído, com a esposa, para usufruir dos prazeres da cidade. Igualzinho ao músico, que já se encontrava no restaurante e se julgou incomodado apenas porque não deve ter votado no prefeito, deve ser simpatizante de partido oposto ao do alcaide e se julga no direito de ofender. Enfim, se acha!

Se eu fosse o prefeito também desceria o braço nos cornos do cara.

Bem ou mal, o prefeito foi eleito pelo voto direto, secreto e democrático da maioria dos cariocas. Se eu e o músico não contribuímos para sua eleição, temos o dever de respeitá-lo como cidadão. Aliás, devemos respeitar todas as pessoas.

Qualquer homem – mesmo um bosta – a que ele dirigisse seu xingamento reagiria da mesma forma. Alguns até poderiam lhe dar um tiro na cara, por exemplo. A cidade do senhor Eduardo Paes não é um mar de tranquilidade, bem sabemos. E o carinha foi audacioso ao extremo.

Neste caso se pode aplicar a lei física da ação e da reação. Ou a espírita – a do retorno: foi o insulto, voltou a porrada.

O músico e sua mulher foram a exame de corpo de delito e ameaçam processar o prefeito. Por seu lado, o prefeito reconheceu que agiu de forma desmedida e pediu desculpas à população por seu gesto.

Já Mariano Beltrame, secretário estadual de Segurança, está estudando a possibilidade de instalar uma UPP no prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes.

Mariano Beltrame anunciando a instalação da UPP em Eduardo Paes (imagem em rafaeloliveira-rj.blogspot.com).