SE INSISTIR COM O MAC, VOCÊ ME PERDOA, LEITOR?

 

Já disse alhures que o Museu de Arte Contemporânea de Niterói, obra-prima de Oscar Niemeyer, é mais fotografado que mulher nua. Eu mesmo não tenho uma foto sequer de mulher nua. Do MAC, contudo, tenho talvez às centenas.

Pois ontem, depois de alguns dias de abstinência fotográfica, saí à cata do que registrar, sempre pelos mesmos lugares a que a preguiça me impele. Peguei a mochila com os equipamentos, coloquei-a às costas e caminhei pelo calçadão de Icaraí, subindo o morro onde se encontra o museu, até chegar à avenida litorânea do Gragoatá, em frente ao campus da UFF. Além das fotos realizadas, comprovei mais uma vez que descer morro dá um prazer enorme, sobretudo depois que você o subiu, quase a se esfalfar, a língua pendurada sobre a barriga sôfrega.

Entre o resto de luz da ida e a já escuridão da noite, fiz vários registros, dos quais trago aqui estes que vão aí abaixo.

Embora este seja um motivo recorrente, espero que o amigo leitor goste e me perdoe a insistência. Para ampliar, é só clicar sobre a imagem.

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PAISAGEM COM O MUSEU DE ARTE CONTEMPORÂNEA DE NITERÓI

Das diversas fotos que fiz do MAC – Museu de Arte Contemporânea de Niterói, selecionei estas abaixo, tomadas no primeiro dia deste ano. Nelas está sempre incluída a paisagem. Ou, ao contrário, o MAC está sempre incluído nela. Não são as primeiras, assim como não serão as últimas. Também, quem mandou o Niemeyer ter projetado tão belo edifício sobre a belíssima Baía da Guanabara!

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MAC À NOITE

O MAC – Museu de Arte Contemporânea de Niterói -, obra do grande Oscar Niemeyer,  é tão fotogênico quanto uma bela mulher, com suas curvas insinuantes a desafiar nosso olhar. Não importam o momento, a parte do dia em que o observamos, nem mesmo o ponto de onde se o observa. Ele pode nos revelar novos ângulos, novas possibilidades, estando só em toda a sua imponência, ou dialogando com a paisagem magnífica em que se insere. Ontem estive exercendo este meu direito vital – o olhar -, enquanto possível, para tentar descobrir outras faces deste ícone da cidade de Niterói. Aí estão algumas das fotos que tomei, ao cair da noite. Espero que gostem Para ampliar, basta clicar sobre a foto.

 

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2014 PRONTO PARA DESLANCHAR

pÔR DO SOL COM O ma Pôr do sol com o MAC (foto do autor).
Pôr do sol com o MAC (foto do autor).

 

Não sei se 2014 já bateu à sua porta. Na minha, entrou chutando tudo. Parece disposto a emplacar seus trezentos e sessenta e cinco dias, entre trovoadas, secas, enchentes e desvio de verbas, dentre otras cositas más.

Qualquer ano que começa está apenas no início e já parece cansado de antanho. Este não é muito diferente, embora prometa muita folgança. Aliás, muito mais do que trabalho sério, pesado, para tirar o atraso do país. Como já estou aposentado, prometo apenas não atrapalhar, visto que sou seguidor daquele sábio ditado “Muito ajuda quem não atrapalha”. E não serei eu o caroço da empada, o cravo da chaga de Cristo, a unha encravada do grande craque de futebol às vésperas da Copa. Deixo tudo por conta dos que têm algo de positivo, negativo e neutro a fazer. Minha voltagem não é mais compatível com o calibre de nossa rede de transmissão elétrica. Se, por outro lado, a minha rede armada entre dois coqueiros balançar e produzir aquele ruidozinho característico (até mesmo já usado por Lenine em uma de suas canções), dar-me-ei – com mesóclise e tudo – por insatisfeito.

De modo que essa postagem inaugural do Ano Novo, embora não tenha nada de novidade, possa contribuir para a felicidade geral da nação.

Vão em paz e sejam felizes!

Bom 2014 a todos!

NITERÓI: 440 ANOS

Niterói completou no último dia 22/11 440 anos, desde que foi fundada pelo cacique Arariboia, da tribo dos temiminós capixabas, que recebeu do rei de Portugal as terras onde se localiza a cidade, em agradecimento ao seu empenho na guerra contra os franceses, que haviam invadido a cidade do Rio de Janeiro. A história é muito interessante.

De lá para cá, a cidade cresceu, mas não tanto como algumas que são até mais moças e que não tiveram nem mesmo o status de capital estadual. Niterói é uma mistura, até hoje, de cidade grande e interior, o que lhe dá um charme todo especial. Eu mesmo vim para cá em 1967 e não mais saí. E, apesar de todos os problemas por que a cidade passa atualmente, posso dizer que ainda é muito prazeroso ser um de seus habitantes. Por enquanto, há mais benefício que custo, embora a vida aqui seja um tanto cara.

Para comemorar seu aniversário, resolvi postar algumas das fotos que tenho feito com frequência de suas paisagens, sobretudo da que me fica logo adiante do nariz: Icaraí e imediações.

Espero que gostem.

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