COMO SE CONSTRÓI UM PÔR DO SOL

O fim de tarde ontem, em Icaraí, foi espetaculoso. Parece que São Pedro derrubou a prateleira de tintas primárias, do que resultou o espetáculo. Cheguei ao calçadão da praia um pouco antes das dezoito horas e comecei a registrar os efeitos da luz solar na paisagem, nas nuvens e no horizonte. Aqui organizo em dez imagens, em ordem cronológica, para que meu leitor observe a construção de um pôr do sol bafônico, espetaculoso, ostentoso.

17h58
18h11
18h16
18j20
18h29
18h35
18h37
15h41
18h42
18h51

MORRO DA CONCEIÇÃO

Neste último domingo, resolvemos ir à festa Santos Populares Portugueses, no Armazém da Utopia, no renovado cais do Rio de Janeiro. Além de mim e Jane, iam conosco Estefânia e Francisco, filha e neto. Por volta das treze horas e trinta, ao nos aproximar do local, através da Via Binário, percebemos que a fila de entrada dava voltas. Como Francisco já tivesse revelado estar com fome, decidimos mudar os planos.

Estefânia trabalha na esquina da Avenida Rio Branco com a Rua Visconde de Inhaúma e conhece vários restaurantes nas imediações. E, como soubesse do interesse da mãe em conhecer o Morro da Conceição, bem ali perto, sugeriu que almoçássemos no Bar Imaculada, numa das subidas do morro.

Pegamos a escadaria pela Travessa do Liceu e chegamos à Ladeira do João Homem, uma das subidas do morro, onde se localiza o bar. A Praça Mauá não fica longe dali.

Almoçamos e saímos a conhecer o local. Subimos toda a Ladeira até chegar ao largo onde se ergue a Fortaleza de Nossa Senhora da Conceição, construção portuguesa de 1713 no local de uma antiga bateria de canhões do invasor francês Dougay-Trouin.

Descemos a Rua do Jogo da Bola, até uma pracinha acanhada, com alguns poucos brinquedos para crianças, onde Francisco se divertiu. Depois pegamos a Travessa Joaquim Soares, que chega até o Observatório do Valongo, de grande portão fechado. Tomamos as ruas de volta para o largo da Fortaleza, a fim de descer a Rua Major Daemon até a Rua do Acre, onde pegamos o carro de volta a casa.

Foi um domingo interessante, a conhecer um pouco da história e da arquitetura de um Rio de Janeiro que se preserva, a despeito de toda a nossa pouca preocupação com o passado. Aí estão algumas fotos, a ilustrar o nosso passeio.

Ladeira do João Homem

 

Casas na Ladeira do João Homem

Outra vista das casas da Ladeira do João Homem

Fachada do Imaculada Bar e Galeria

Janela na Ladeira do João Homem

Jane, Francisco e Estefânia no fim da subida da Ladeira do João Homem

Largo da Fortalea de Nossa Senhora da Conceição, com a imagem no pedestal

Francisco se diverte na pracinha.

Lateral da Fortaleza da Conceição

Muro frontal da Fortaleza da Conceição

Serviço Geográfico do Exército, na Rua Maj. Daemon

Serviço Geográfico do Exércio, na Rua Maj. Daemon

MUSEU DO AMANHÃ

Aproveitei o sábado favorável e fui ao Rio de Janeiro conhecer, ainda que só externamente – as filas estavam imensas -, o Museu do Amanhã, projeto do arquiteto espanhol Santiago Calatrava e situado  na Praça Mauá, agora recuperada, modernizada e, sim, uma verdadeira praça. Trouxe alguns registros do museu para os amigos, que já devem estar cansados de ver fotos deste novo ponto turístico. Aí estão.

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UM PÃO DE AÇÚCAR

O único pão de açúcar que tenho liberdade para apreciar sem moderação, porque não fará aumentar minha taxa de glicose, que anda saliente, é este monumento natural de granito que fica do outro lado da Baía da Guanabara, na cidade do Rio de Janeiro, e que oferece as mais diversas visões ao niteroiense.

Tenho fotografado com certa insistência os mesmo lugares, os mesmos motivos, porque é perceptível que, conforme a luz – ou a falta dela -, cada objeto se mostra diferente aos nossos olhos.

Por este motivo, escolhi, dentre as muitas fotos em que o Pão de Açúcar é objeto principal, estas que aí vão, para a apreciação dos amigos leitores.

Espero que sejam do seu agrado.

A partir de Icaraí (28/6/2015; 10h05).
A partir de Icaraí (28/6/2015; 10h05).

A partir da Fortaleza de Santa Cruz da Barra (30/7/2015; 12h00),
A partir da Fortaleza de Santa Cruz da Barra (30/7/2015; 12h00),

A partir da estrada de acesso à Fortaleza de Santa Cruz da Barra (12h42)
A partir da estrada de acesso à Fortaleza de Santa Cruz da Barra (30/7/2015; 12h42)

A partir de Camboinhas (19/8/2015; 16h26).
A partir de Camboinhas (19/8/2015; 16h26).

A partir de Icaraí (8/8/201; 15h33).
A partir de Icaraí (8/8/2015; 15h33).

A partir de Icaraí (26/11/2015).
A partir de Icaraí (26/11/2015; 18h56).

A partir de Icaraí (7/10/2015; 18h05).
A partir de Icaraí (7/10/2015; 18h05).

A partir de Icaraí, 12/11/2015; 18h30).
A partir de Icaraí, (12/11/2015; 18h30).

A partir de Icaraí (26/11/2015; 19h26).
A partir de Icaraí (26/11/2015; 19h26).

A partir do Parque da Cidade (4/7/2015; 9h44).
A partir do Parque da Cidade (4/7/2015; 9h44).

 

O RIO DE JANEIRO CONTINUA LINDO

Câmara Samsung 3 1749

 

O verso famoso da canção famosa daquele famoso compositor baiano nunca perde a atualidade com a Cidade Maravilhosa. Se abstrairmos, então, todos os seus problemas, ela fica ainda mais bonita. Sobretudo vista a partir de Niterói, num fim de tarde de primavera, como este aí acima,que trago para meus prezados leitores.

A foto foi feita nesta última terça-feira, a partir de Icaraí.

Espero que gostem.

 

PAISAGEM INCANSÁVEL

Pelo fato de morar no mesmo lugar há mais de trinta anos, é presumível que você já tenha tornado habitual o que vê todos os dias, de modo a que não note mais a beleza do lugar.

Isto seria possível talvez em outro espaço. Não aqui em Niterói. Especificamente em Icaraí, que nos apresenta a visão da Baía da Guanabara emoldurada, ao fundo, pelo recorte das montanhas do Rio de Janeiro.

Naturalmente, a geografia de nossa cidade costeira está sempre sujeita a mudanças de tempo em poucas horas. Assim é possível que aquilo que seria hipoteticamente o mesmo não o seja a cada dia. Talvez a cada parte do dia.

O panorama dança ao sabor do tempo, do vento, da chuva, da cor do céu, que se reflete no espelho d’água do mar.

Por isso é que não me acostumo, não me habituo a ruminar o olhar para o que se descortina à minha frente. E, agora que me sobra mais tempo para fruir o dia, aproveito para registrar repetidamente o que não se repete. Como na foto abaixo, feita ontem à tarde, quando passeava com meu netinho Francisco pelo calçadão de Icaraí.

Espero que me perdoem tal repetição, mas penso que seja por um motivo agradável. Mesmo que apenas para mim.

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CORCOVADO

De Niterói, vê-se o Corcovado, o Redentor. Que lindo! Tom Jobim há de me perdoar esse descarado plágio de sua bela canção.

Aí abaixo vai a foto que fiz no sábado, em que o Corcovado, onde se localiza a estátua do Cristo Redentor, está parcialmente encoberto por nuvens.

 

Corcovado